
Primeiramente agradeço a Deus por essa oportunidade, segundo pelo amigo e irmão que Deus me deu Frei Ed que possibilitou...
O primeiro passo foi dado por Pe. Théodore, que após sua conversão e ordenação sacerdotal percebeu um chamado profundo: criar uma obra que unisse educação, caridade e diálogo com o povo judeu. Em 1843, fundou em Paris a Congregação das Irmãs de Nossa Senhora de Sion, marcada pelo respeito à dignidade humana, pela promoção da justiça e pela consciência das raízes bíblicas da fé cristã.
Em 1842, seu irmão Afonso viveu uma conversão extraordinária após a aparição de Nossa Senhora em Sant’Andrea delle Fratte, em Roma. Profundamente transformado, ingressou no sacerdócio e uniu-se ao irmão na missão. Seu ardor apostólico e seu amor pela Terra Santa levaram Sion a expandir suas obras em Jerusalém, onde escolas, orfanatos e casas de acolhida foram abertas para judeus, muçulmanos e cristãos. A presença de Sion no Oriente tornou-se um sinal concreto de diálogo, reconciliação e serviço aos mais vulneráveis.
A partir dessa inspiração comum, formou-se também o ramo masculino da obra: a Congregação dos Religiosos de Nossa Senhora de Sion. Os religiosos assumiram a mesma missão essencial: testemunhar, pela vida e pelo ministério, que as promessas de Deus ao povo judeu permanecem vivas, e que cristãos e judeus são chamados a caminhar no respeito, na justiça e na fraternidade.

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