Primeiramente agradeço a Deus por essa oportunidade, segundo pelo amigo e irmão que Deus me deu Frei Ed que possibilitou que eu fizesse o meu primeiro artigo! Muito prazer caro jovem leitor, vou me apresentar para você me conhecer melhor, me chamo Joaquim Almeida, tenho 26 anos, sou gestor e consultor comercial, com habilidades em neuromarketing, marketing de relacionamento, desenvolvimento e liderança, coaching e coaching sistêmico, com formação em Analista Comportamental, nasci em São José dos Campos, interior de SP, mais conhecida como a cidade da aviação nacional. Meu propósito de vida é ajudar positivamente o maior número de pessoas. Convido você nessa leitura a encontrar o seu propósito também. Nasci e cresci na igreja católica, participava com a minha mãe em um grupo de oração da rcc na minha diocese em São José dos Campos, e a primeira pastoral que participei foi a Pastoral vocacional, que casa muito bem com o propósito dessa página: Vocação! Depois participei de várias pastorais, não parava em uma (hoje entendo como analista de perfil comportamental que esse é meu perfil rsrs), mas em cada pastoral que eu passei deixava bons frutos e boas amizades, e é claro, sai com grandes aprendizados, dentre eles nos vicentinos, lá pude ajudar pessoas, e aprender habilidade como tesouraria, secretariado, e até líder/presidente de conferência. Para não alongar muito, aos 14 anos já trabalhava, até aos 19 anos passei por várias experiências (não parava em um trabalho, também tem haver com o perfil), e aos 19 anos abri meu grande sonho: uma hambúrgueria! Chegou um momento que tive 12 funcionários e 1 sócio. Enfim, já tive a experiência como empregado e empregador posso dizer com propriedade o que ambos buscam, e com isso vou tentar ajudar você a encontrar um emprego ou quem sabe uma grande oportunidade. Todos dizem que crise é o momento de oportunidades! Mas como observar e achar as oportunidades? Primeiro passo: networking. Você precisa fazer contatos, amigos, novos parceiros, enfim, existem um bilhão de pessoas aí fora. E para os tímidos, eu também era assim, sugiro que quebre agora essa timidez e arrisque. Você irá se surpreender.Participe do máximo de palestras gratuitas que puder, retiros, eventos, faça cursos se puder investir, e é claro pegue contatos e se interesse pelas pessoas. Agora você precisa começar a entender que você não pode se prender mais em ”benefícios” do emprego, afinal você está desempregado ou conhece alguém que está, e não deve no momento se prender a isso. Entenda o seguinte, os empresários não estão ”contratando” e os desempregados querem emprego, então faça diferente. Agora que você tem contatos, em diferentes áreas, se você quer um emprego, defina em qual área quer trabalhar, em qual empresa, conheça mais sobre a empresa, sobre as pessoas que trabalham lá, e não simplesmente faça um simples currículo e leve até lá, faça algo á mais! Uma pasta personalizada com a logomarca da empresa, coloque suas habilidades, a formação pode ser importante dependendo da área, mas hoje em dia no século XXI, o que mais contam são as suas habilidades e a sua atitude! Então faça diferente. Uma outra dica que é antiga, e está crescendo cada dia mais principalmente nesse momento que o empresário não contrata por questões trabalhistas mas está de braços esperando você para lhe dar uma oportunidade e lhe pagar quem sabe um bom salário mensal, é você oferecer o seu trabalho, não a sua carteira de trabalho. Joaquim como assim? Ofereça uma prestação de serviços, uma espécie de contrato, você não tem vínculo com a empresa como um empregado, mas pode ter mais do que isso! (Vou disponibilizar meu contato para você caso ainda tem dúvidas). Mas melhor que isso, observe um problema em uma empresa, pode ser o menor comércio que tem na sua região, observe de fora o problema (porque geralmente o empresário tá lá dentro há anos e não tem essa visão, essa oportunidade que você está vendo), e ofereça uma solução, seja criativo, numa dessa você oferece seu trabalho ou serviço e pode ser contratado. Esse é o momento de ambos se unirem, empregado e empregador, mas não de se sujeitarem a qualquer coisa, mas de compreenderem que esse é o momento de grande oportunidade, para o empregado dar o seu melhor e para o empregador encontrar outros meios (outras pessoas) com habilidades diferentes para driblar esse momento tão desafiador que estamos passando. Acredito que tem jeito, por mais que não pareça, as coisas estão mudando, e irão mudar para melhor. Tenho fé que nós podemos através de pequenas atitudes fazer diferente e começar a partir de hoje observar mais os comércios e as empresas com outro olhar, um olhar de solucionador. E pra finalizar, essa semana um empresário amigo meu (que conheci fazendo networking), me indicou um rapaz para lhe apresentar uma oportunidade de negócio real, o rapaz não esperou eu entrar em contato com ele e me mandou uma mensagem: Joaquim vamos marcar uma reunião? Fulano me indicou você e disse que você tem algo que poderia me ajudar. Marcamos um encontro, ele foi pontual, mesmo sem carro pois havia vendido foi de ônibus. Chegando lá me contou um pouco da sua história, parecia estar ansioso para saber o que eu tinha para lhe apresentar. Apresentei duas oportunidades pra ele, se encantou, deu pra perceber que ele gostou muito porém não era o que ele poderia aceitar naquele momento, disse que precisaria de um emprego aí depois sim aceitaria a proposta que eu tinha naquele momento. Com uma filha de 3 meses e praticamente sem dinheiro pra passar o mês, vivendo de pequenos serviços, o que ele precisava realmente era um emprego. Naquela conversa percebi que ele tinha habilidades que poderiam ser desenvolvidas e o principal: tinha atitude!Não foi simplesmente ”mais um” querendo um emprego, ou me ”me ajuda aí te mando meu currículo”, mas sim uma oportunidade pra recomeçar, mas antes disso dava pra perceber que ele queria ajudar o máximo onde ele fosse trabalhar. Lembrei na
A vocação de Adão e Eva
“ECOLOGIA INTERIOR: Por um minuto, esquece a poluição, a química que contamina a terra, e medita: como anda o teu equilíbrio ecobiológico? Examina a mente. Está despoluída de ambições desmedidas, preguiça intelectual e intenções inconfessáveis? Teu humor intoxica-se de raiva e arrogância? Onde as flores do bem- querer, os pássaros pousados no olhar, as águas cristalinas das palavras? Graças ao Espírito que molda e anima o ser, o copo partido se reconstitui, inteiro, se fores capaz de amar. Primeiro, a ti mesmo, impedindo que tua subjetividade se afogue nas marés negativas. Depois, aos semelhantes, exercendo a tolerância e o perdão, sem sacrificar o respeito e a justiça. Pratica a difícil arte do silêncio. Desliga-te das preocupações inúteis. Recolhe-te ao mais íntimo de ti mesmo e descobre, lá no fundo, o Ser Vivo que funda a tua identidade. Acolhe tua vida como é: dádiva involuntária. Trata a todos como igual, ainda que estejam revestidos ilusoriamente de nobreza ou se mostrem como seres carcomidos pela miséria. Faze da justiça o teu modo de ser e jamais te envergonhes da pobreza, da falta de conhecimentos ou poder. Tua riqueza e teu poder residem em tua moral e dignidade, que não têm preço e trazem apreço. Porém, arma-te de indignação e esperança. Luta para que todos os caminhos sejam aplainados, até que a espécie humana se descubra como uma só família, na qual todos, malgrado as diferenças, tenham iguais direitos e oportunidades. Ainda que cercado de adversidades, se preservares tua ecobiologia interior, serás feliz, porque trarás em teu coração tesouros indevassáveis” (Frei Betto, O Dia 30 de maio, 2004). A Escritura diz que Deus criou Adão e Eva à sua imagem e semelhança (Gn 1,27). Essa informação já nos mostra que o homem e a mulher da não existência passaram a existir. Adão e Eva são do nada chamados para serem responsáveis pela Criação. E a mesma Escritura ou Torá nos ensina que ao chamado de Adão e Eva se ligam outros elementos. Ambos participam da imagem e semelhanças divinas (Gn 1,26), ou seja, do Ser do Criador e de sua semelhança: do Ser e do agir de Deus Criador, como ensinou santo Irineu. Existe um elemento de Ser que é perene e um elemento de Agir que se modifica. Quando se fez ou se faz Filosofia é impossível não fazer memória do Ser imutável de Parmênides e do devir de Heráclito e do seu rio no qual ele não podia tomar o mesmo banho. Além desses dois elementos, logo no versículo subsequente, a Escritura ou Torá ou Ensinamento Divino ensina que Deus abençoou o homem e a mulher, dizendo para ele e ela serem fecundos, para crescerem e se multiplicarem. Ou seja: o chamado divino é uma bênção que torna o homem e a mulher também multiplicadores, co-criadores, cujo chamado é para transformar a realidade, criando, crescendo, multiplicando. A bênção em hebraico se diz: Berakhá e em sua raiz podemos encontrar dois significados: 1) poço e 2) joelho. O poço é um buraco cavado na terra e que contém água. Água é um dos elementos fundamentais para que se tenha vida. Se no fundo do poço tem água, fora dele tem o sol. E quando se tem sol e água, temos vida que se multiplica. Ao olhar para a água que sai do poço, que vem de baixo e ao alçar o olhar para o céu e contemplar o sol, o ser humano: homem e mulher, sentem um desejo de dobrar o joelho, ou seja, reconhecem Algo que os ultrapassa e, ao mesmo tempo, se-lhes-revela como Aquele que fornece a água e a luz sem dizer, dois elementos fundamentais para a vida humana. Desses elementos fornecidos pela Escritura, vemos que a vocação humana do homem e da mulher estão embebidos de elementos simbólicos: o ser humano é chamado para ser abençoado e ao se abençoado torna-se água e luz para o próximo, para a próxima. O que significa ser poço e ser sol? A mesmo Torá nos ensina que o primeiro homem recebeu o nome de Adão e que ele foi formado da terra fecunda do Paraíso. E o interessante é que terra em hebraico se diz: Adamá e Adam vem da Adamá; e mais interessante ainda é justamente que nas palavras Adamá e Adam, temos a palavra: Dam, cujo significado é: sangue. Ora se Adamá e Adam trazem em sua raiz a palavra Dam, isso significa dizer que no chamado de Adão e de Eva, que é gerada da costela adâmica (Gn 2,22), existe uma dimensão no chamado para “se dar o sangue”. Ser chamado por Deus significa dar a sangue pela vida, pela natureza. Eis o que nos diz a Escritura: “O Senhor Deus tomou o homem e o colocou no jardim do Éden, para que o guardasse e o cultivasse” (Gn 2,15). E aqui a Torá nos ensina mais alguns elementos ligados à vocação humana: o guardar e cultivar. O homem e a mulher desde o início são chamados a cuidar, cultivar e cultuar. A palavra cultivar é um verbo e vem do verbo latino: colere, que possui dois significados: cultivar e cultuar; e em hebraico, temos o verbo: La’avod, do qual deriva a palavra: ‘avodá, cujo significa é duplo: trabalho e liturgia ou culto celebrativo. Desse modo, o cultivar está ligado à dimensão horizontal, ou seja, ao cultivo da terra e, por outro lado, está ligado à dimensão vertical da adoração, do culto a Deus, da ação litúrgica. A partir dessa dimensão de cruz: vertical e horizontal, podemos dizer que, além da cultivo, do culto, temos também a dimensão de produzir cultura. Nesse sentido, o homem e a mulher são chamados para cuidar da terra soprada (Gn 2,7) a vida humana e da terra, origem do ser humano, a natureza, a exercício da Ecologia. A vocação humana está ligado a um trabalho de cultivar, e cultivar é cuidar, e cuidar é adorar. E quando se cuida da terra, produzindo, se tem comida e quando se tem comida, tem-se
A Vida Contemplativa
A vida contemplativa ocupou e continuará ocupando um lugar de honra na Igreja. Dedicando-se à oração e ao silencio, à adoração e ao no claustro, “a sua vida está escondida com Cristo em Deus”. Esta vida consagrada tem o seu desenvolvimento e o seu fundamento no dom recebido no Batismo. Com efeito, por meio deste sacramento, Deus que nos escolheu em Cristo “antes da criação do mundo para que fossemos santos e imaculados diante D’Ele na caridade”, nos libertou do pecado e nos encarnou em Cristo e na Sua Igreja “para que vivêssemos uma vida nova”. Esta vida nova frutificou em vocês seguindo radicalmente Jesus Cristo através da virgindade, a obediência e a pobreza, que é o fundamento da vida contemplativa. Ele é o centro de sua vida, a razão de sua existência: “Bem de todos os bens é o meu Jesus”, como resumia Santa Teresa. A experiencia do claustro entretanto torna mais absoluto este seguimento, até identificar a vida religiosa com Cristo: “A nossa vida é Cristo”, dizia Santa Teresa fazendo próprias as exortações de São Paulo. Esta identificação da religiosa com Cristo constitui o centro da vida consagrada e o selo que a identifica como contemplativa. No silencio, no sinal da vida humilde e obediente, a vigilante espera do Esposo se transforma em amizade pura e verdadeira: “Posso tratá-Lo como a um amigo, muito embora seja o Senhor”. “A Igreja bem sabe que a vida silenciosa e reservada de vocês, na solidão exterior do claustro, é fermento de renovação e de presença do Espirito de Cristo no mundo.”